26/10/2016

Depreciação Veicular

Um dos sonhos da maior parte dos brasileiros é possuir um carro e quando se alcança este sonho, passamos a querer trocar de carro, fascinados pelos novos modelos lançados pelas montadoras. Com isso, esquecemos de nos fazer a seguinte pergunta: até onde este hábito pode prejudicar as finanças de uma pessoa?

Por mais que você não entenda muito de finanças, certamente deve perceber a desvalorização que um carro sofre ao sair da concessionária. Por isso, você deve usar esta informação a seu favor para descobrir o melhor momento para trocar de veículo. É muito importante deixar de lado os desejos por uma nova “máquina” e analisar o cenário da sua situação financeira, utilizando este tempo para refletir as melhores opções enquanto evita uma desvalorização ainda maior do automóvel.

Você deve estar se perguntando o porquê do tempo ter a ver com a desvalorização de um automóvel, a resposta é o fato do cálculo da taxa de depreciação ser baseado na data em que o veículo foi comprado. Geralmente, essas taxas ficam na casa dos 15% durante o ano, e no primeiro ano de uso do veículo, as taxas aumentam podendo variar de 20 a 25%. No entanto, após o segundo ano de uso as taxas de desvalorização caem significativamente para menos de dois dígitos, sendo assim, é possível concluir é mais vantajoso demorar mais tempo para trocar de carro ou comprar um veículo com um ano de uso, já que a venda após 12 meses o valorizaria novamente.

Além do tempo de uso, outros fatores também contribuem para essa depreciação veicular, alguns deles são: modelos desconhecidos, marcas desconhecidas e que, por sua vez, ainda não conquistaram a confiança do público; cores extravagantes ou que agradam apenas a minoria dos consumidores; o fato do carro ter ou não apenas um dono e uma pessoa que dirija e muitos outros que estão ligados ao perfil do proprietário.

Tem alguma dúvida, a tabela FIPE pode ser uma excelente referência quando o assunto é depreciação de veículos.

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